O Ano Novo Chinês é um dos períodos mais críticos para o Comércio Exterior.

Em 2026, o feriado impactará diretamente a produção industrial, a logística internacional e a disponibilidade de fretes, especialmente para empresas brasileiras que dependem de fornecedores asiáticos. 

O que muitos importadores ainda subestimam é que os efeitos do Ano Novo Chinês começam muito antes da data oficial e se estendem por semanas após o retorno das atividades.

Sem planejamento adequado, esse período pode resultar em atrasos significativos, aumento de custos logísticos e até paralisação de linhas de produção. 

Neste artigo, vamos entender esses riscos e destacar por que a sua empresa deve agir com antecedência para proteger sua operação.

Ano Novo Chinês e o impacto nas operações de importação

O Ano Novo Chinês é o feriado mais importante da China e começa no dia 17 de fevereiro de 2026.

Durante esse período, fábricas, armazéns, transportadoras e escritórios reduzem ou suspendem totalmente suas atividades. 

Diferente de feriados ocidentais, o impacto não se limita a poucos dias, pois muitas empresas param por duas a três semanas.

Além disso, boa parte da mão de obra retorna às suas cidades natais, o que provoca um atraso natural na retomada plena da produção e da logística após o feriado, impactando fortemente nas operações de importação.

1. Paralisação da produção no fornecedor

Sem planejamento, pedidos podem simplesmente não ser produzidos a tempo. Muitas fábricas encerram pedidos semanas antes do feriado para conseguir atender à demanda acumulada. 

Assim, quem deixa para negociar em cima da hora corre o risco de ter sua produção postergada para depois do retorno, entrando em uma fila extensa.

2. Aumento expressivo no custo do frete

A alta demanda pré-feriado provoca escassez de espaço em navios e aeronaves. Como consequência, os valores de frete marítimo e aéreo sobem consideravelmente. É por esse motivo que importadores despreparados acabam pagando mais caro ou aceitando prazos muito mais longos.

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3. Congestionamento logístico antes e depois do feriado

Mesmo cargas prontas podem enfrentar gargalos em portos, aeroportos e terminais. Após o Ano Novo Chinês, há um acúmulo de embarques represados, o que gera atrasos adicionais e dificulta o cumprimento de cronogramas.

 

4. Risco de atrasos no desembaraço aduaneiro

Quando a carga chega fora do planejamento, aumentam as chances de erros documentais, vencimento de licenças, falta de alinhamento com órgãos anuentes e custos extras com armazenagem e demurrage.

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5. Impacto direto no fluxo de caixa

A soma de atrasos, custos logísticos elevados e estoques parados pode comprometer seriamente o fluxo financeiro da empresa, especialmente para quem depende de importações recorrentes.

Por que o planejamento precisa começar meses antes? 

Um erro comum é achar que o impacto do Ano Novo Chinês se resume apenas a semana do feriado. 

Na prática, o planejamento deve começar com pelo menos três a quatro meses de antecedência, considerando:

  • negociação antecipada com fornecedores;
  • definição clara de prazos de produção;
  • escolha estratégica do modal de transporte;
  • reserva prévia de espaço em navios ou aeronaves;
  • análise de documentos e exigências regulatórias;
  • alinhamento do desembaraço aduaneiro no Brasil.

Empresas que se organizam com antecedência conseguem manter previsibilidade mesmo em períodos de alta sazonalidade.

Como a assessoria certa reduz riscos nesse período crítico

Durante o Ano Novo Chinês, não basta somente acompanhar a operação, é preciso gerenciar os riscos. Uma assessoria experiente atua de forma preventiva, ajustando estratégias conforme o cenário logístico muda.

Entre as ações essenciais estão:

  • análise de cenários logísticos alternativos;
  • antecipação de embarques estratégicos;
  • ajuste de rotas e modais;
  • revisão documental antes do embarque;
  • monitoramento contínuo do trânsito internacional;
  • comunicação clara e constante com o cliente.

Esse tipo de atuação evita decisões reativas, que normalmente custam mais caro.

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Como a TCW prepara seus clientes para o Ano Novo Chinês

Com quase 30 anos de experiência em Comércio Exterior, a TCW já vivenciou inúmeros ciclos da alta temporada asiática. Esse histórico permite antecipar gargalos e estruturar operações mais seguras.

A atuação da TCW nesse período inclui:

  • planejamento logístico antecipado, alinhado ao calendário do fornecedor;
  • análise completa de custos, evitando surpresas com o valor do frete e armazenagem;
  • orientação estratégica na escolha do modal, considerando prazo e orçamento;
  • validação documental prévia, reduzindo riscos no desembaraço;
  • monitoramento ativo dos embarques, com ajustes rápidos quando necessário.

Mais do que executar, a TCW atua como parceira estratégica, garantindo previsibilidade mesmo em cenários desafiadores.

O impacto de não se planejar: um risco que pode ser evitado

Empresas que ignoram o impacto do Ano Novo Chinês frequentemente enfrentam:

  • atrasos na entrega ao cliente final;
  • custos logísticos acima do previsto;
  • ruptura de estoque;
  • perda de competitividade;
  • desgaste com fornecedores e parceiros.

A boa notícia é que todos esses riscos são totalmente evitáveis com planejamento e orientação especializada.

O Ano Novo Chinês 2026 não precisa ser um problema para a sua importação, desde que você se prepare com antecedência. 

Planejamento, estratégia e uma assessoria experiente são os pilares para atravessar esse período com segurança, previsibilidade e controle de custos.

Na TCW, ajudamos nossos clientes a transformar esse período crítico em uma operação organizada e eficiente, mesmo diante dos desafios da logística internacional.

Sua empresa importa da China ou de outros países asiáticos?

Fale com a TCW e planeje suas operações com tranquilidade.